
As inteligências artificiais realmente conseguem romper imaginários coloniais ou apenas reproduzem os mesmos estereótipos com uma nova estética?
Neste episódio, discutimos racismo algorítmico, bancos de dados estrangeiros e os limites das IAs generativas na representação da cultura brasileira. Do caso das “tranças bonitas” nos buscadores até a dificuldade das IAs em compreender referências como cangaceiros, capoeira, orixás e afrofuturismo brasileiro, investigamos como algoritmos transformam cultura em padrão e diversidade em simplificação.
Porque talvez o maior mito da tecnologia contemporânea seja a ideia de neutralidade.
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